Reliability Access Monitor
O Windows 7 faz um cálculo de um Reliability Index, ou seja, o quanto seu sistema encontra-se estável e sem problemas.
Ele expõem as informações deste cálculo via WMI de forma que a sua própria aplicação possa estar consultando seu Reliability Index e verificando o que existe errado
PowerShell 2.0
Número maior de cmdLets e novas features, tudo óbvio.
Destacar a capacidade de rodar em múltiplos computadores remotos me parece estranho, já que acreditava que isso já existia e era comum.
Tão estranho quando a nova capacidade de usar o IIS como host
Outras novidades mais atraentes :
Organização de scritpts em módulos
Capacidade transacional nativa para as tarefas realizadas (morri de curiosidade agora sobre se isso envolve o KTM)
Suporte a sistema de eventos, podendo se "inscrever" nos eventos WMI
Windows Installer
Havia uma palestra sobre as novidades de instalação com Windows Installer no PDC, infelizmente não assisti, verei em vídeo
A maioria das novas funcionalidades parece ligada a um suporte de trabalho com multiplos packages em um mesmo processo de instalação, suportando transações e eventos através de múltiplos packages (será que por múltiplos packages estamos falando do resultado de bootstraps ?)
Parece também haver uma facilidade para o uso de UAC durante a instalação e isolamento da aplicação por usuário, com múltiplos program files.
Windows Filtering Platform
Tudo que conheço sobre isso é avançado demais para meros mortais desenvolvedores de aplicações comerciais. Tais meros mortais não tem necessidade de interceptar o stack TCP/IP em baixo nível
É através deste sujeito, WFP, que uma aplicação pode ligar ou desligar filtros de firewall para poder se comunicar externamente. Fiquei curioso com relação a segurança
User Account Control
Ele mudou um pouco de formato, mas não a forma de programação. Se sua aplicação já usa no Windows Vista, no Windows 7 vai ser a mesma coisa
Building Power Efficient Applications
Existe uma grande preocupação em aumentar a duração da bateria para dispositivos móveis como notebooks, inclusive uma palestra especialmente sobre isso no PDC. Mas tudo que vi até agora refere-se a pequenas mudanças na programação da aplicação de forma a economizar energia
Windows Troubleshooting Platform

Que o Windows está cada vez mais conseguindo se sair elegantemente de problemas, isso já comentei.
Ocorre que isso está ligado com a Windows Troubleshooting Platform, que pode ser configurada via group policy e é baseada na execução de troubleshooting packages, pacotes powershell que podem ser desenvolvidos utilizando o Windows Troubleshooting Toolkit
Open Packaging Conventions
OPC é parte da especificação OOXML. Trata-se basicamente de um padrão para armazenagem de múltiplos elementos em um único arquivo baseado no formato .zip (alguém ai já reparou que os .DOCX são na verdade um .ZIP cheio de coisas dentro e as vezes são até interpretados errado - como .zip - em transmissões via web ?)
O fato é que agora existem API's nativas para realizar isso, ao invés de tudo ser feito por código gerenciado.
Com tanta API nativa substituindo código gerenciado, a adaptação do framework .net - e falo do próprio framework - precisará ser cuidadosa.
XPS
![clip_image002[6]](http://lh4.ggpht.com/_iMnxV1XbO4I/STU62M0K-pI/AAAAAAAAB2A/A0xKi0v17-s/clip_image002%5B6%5D_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800)
Parece que o Windows 7 vai fazer um trabalho bem legal com XPS. Mas curiosamente, a versão docx do developer guide teve +/- 27 mil downloads, a versão XPS +/- 5 mil
Windows Automation
Não conhecia isso, mas parece que já existe há algum tempo. Trata-se de um conjunto de API's com o objetivo de aumentar a acessibilidade do micro, que permitem que, através destas API's, uma aplicação controle dinamicamente todo o ambiente de trabalho e outras aplicações.
Imagine uma aplicação recebendo comandos de voz e utilizando a windows automation para executá-los.
Windows Web Services
Parece que parte dos recursos necessários para manipulação de web services ficaram completamente nativos. O que vi no PDC foi uma palestra "desenvolva web services em código nativo" e o título não me atraiu, afinal não trabalho com C++.
Mas na verdade isso significa muito mais, significa que parte do trabalho do WCF será delegado ao SO ao invés de ser feito em código gerenciado, tendo grande aumento de performance.
O manual destaca grande integração com WCF. Este é um assunto que merece atenção.
Windows BranchCache
Essa me surpreendeu, no grande estilo "parece magia" !
A preocupação é uma redução de performance na comunicação entre escritórios centrais e remotos. Como resolver ? Com uma API de cache que permite que uma aplicação verifique entre as demais máquinas de uma rede local se alguma delas já baixou a informação que está sendo requisitada. Se já, a leitura é feita da rede local.
O Windows BrachCache já é integrado com SMB e HTTP. Isso significa que se sua aplicação consome um webService, já terá aumento de performance automaticamente. Imagino que demais protocolos serão posteriormente integrados, em especial com os bindings do WCF.